26 Outubro 2011

Legislação MDP suspensa

MDP

Quando é que os médicos deixam de fazer Serviços de Enfermagem??

O Governo pretende reforçar as competências dos enfermeiros nos centros de saúde

A Ordem dos Enfermeiros confirma que é esta a orientação que o Ministério da Saúde quer seguir, mas Maria Augusta de Sousa rejeita a ideia de que os enfermeiros vão substituir os médicos. «É falso, porque não há sobreposição de competências. Estão no terreno para melhorar o acesso aos serviços de saúde», diz a bastonária dos enfermeiros à TVI.

O objectivo é dar mais autonomia aos enfermeiros em áreas que já dominam. Veja-se por exemplo o caso da gravidez normal, vigiada pelo enfermeiro especialista em saúde materna e obstétrica ou a vigilância de doentes crónicos. Nestes casos o enfermeiro já receita medicação ou prescreve exames, a questão é que o estado não comparticipa, para isso ainda é preciso o médico: «É normal que o possa fazer. De acordo com a lei já o pode fazer, mas neste momento não existe reconhecimento para a comparticipação. Isso tem de ser alterado».

A bastonária explica que a saúde não é só definida pela doença que se diagnostica mas também pelo acompanhamento clínico que se presta ao doente, e é aqui que entram os enfermeiros com competência técnica e clínica para o tratamento exigido. Isto quando sabemos que até ao fim do ano 850 médicos especialistas vão para a reforma.

25 Outubro 2011

Entrevista Ricardo Correia de Matos

Entrevista Ricardo Correia de Matos

21 Outubro 2011

Sérgio Gomes - Candidato a Bastonário

Sérgio Gomes - Linha do Enfermeiro

fonte: TVenfermagem

19 Outubro 2011

1º Congresso Enfermagem Médico-Cirúrgica

Ver poster

20, 21 e 22 de Outubro - Viseu

17 Outubro 2011

Incompreensível ausência de enfermeiros nos conselhos directivos da ARS


fonte: Ordem dos Enfermeiros

Ordem dos Enfermeiros considera incompreensível ausência de enfermeiro nos Conselhos Directivos das ARS

A Ordem dos Enfermeiros (OE) entende que o Sr. Ministro da Saúde e o Sr. Primeiro-Ministro desperdiçam meios que têm ao seu dispor.

A não inclusão de enfermeiros, dos serviços públicos, com competências de gestão como elementos dos Conselhos Directivos das Administrações Regionais de Saúde (ARS) do Norte e do Centro, ontem nomeados, merece o total desacordo da OE, na medida em que empobrece a capacidade de melhoria da gestão do Serviço Nacional de Saúde.

Desse modo, a OE irá entregar hoje esta sua posição ao Chefe de Governo e ao titular da pasta da Saúde, bem como o alerta para as consequências que daí decorrem na expectativa de que seja corrigidas as decisões tomadas e as que se preparam.

A OE considera inadmissível e incompreensível a não participação de enfermeiros nestes órgãos de decisão. Tal resolução, ontem publicada, terá implicações na organização e gestão das respostas em saúde, nomeadamente nos cuidados de proximidade assim como seguramente no aumento dos custos por ausência dessas respostas devidamente articuladas.

O envolvimento dos profissionais que determinam a prestação de cuidados de saúde – médicos e enfermeiros – na gestão estratégica do Ministério da Saúde já era fundamental no passado mas adquire particular relevância nos dias de hoje, em que são exigidas restrições muito significativas nos cuidados que se prestam aos portugueses.

É reconhecido por vários actores da saúde que a presença continuada de um enfermeiro no Conselho Directivo da ARS do Norte trouxe mais-valia no diagnóstico das situações e na implementação de medidas que alteraram o panorama das respostas em saúde aos cidadãos e nas responsabilidades profissionais dos que as suportam.

Consideramos, pois, um desperdício dos saberes e competências dos enfermeiros a sua saída destes órgãos de gestão, sem que seja claro para a OE o objectivo subjacente a tal decisão, a qual consideramos que empobrece a visão integrada em termos de gestão estratégica dos conselhos de administração das ARS.

Entendemos ainda que esta decisão desequilibra a composição dos conselhos directivos nomeados e demonstra uma visão restrita do que se exige a estas estruturas de gestão.

V Jornadas, “É tempo de fazer o futuro!”

A Comissão Organizadora das Jornadas de Enfermagem do Hospital de Magalhães Lemos vai realizar, as suas V Jornadas, subordinadas ao tema: “É tempo de fazer o futuro!”, que se realizarão nos dias 17 e 18 de Novembro de 2011, neste Hospital. 

Outros Contactos e informações: Morada: Hospital de Magalhães Lemos, Rua do Prof. Álvaro Rodrigues, 4149-003 Porto Telefone: 22 61 92 400 Fax: 22 61 84 084 jornadas.hml@gmail.com | Website: http://hml.planetaclix.pt/5jornadas.htm


Cartaz

2º Congresso de Enfermagem do Centro Hospitalar do Porto

congressoenfermagem@hgsa.min-saude.pt | www.chporto.pt Secretariado: Telef. 222077545 ( Amilcar / Paula ) | Fax 222082166 Folheto Tripartido - 2011 Poster Congresso de Enfermagem 2011

Mais enfoque nos Enfermeiros


Relatório Preliminar sobre a Rede Hospitalar com Financiamento Público link

Análise da Sustentabilidade Financeira do Serviço Nacional de Saúde link

Este último é um dos documentos mais interessantes emanados nos últimos anos e um dos que encerra mais referências à Enfermagem/Enfermeiros.

Apresenta propostas para resestruturação das competências profissionais (com o enfoque principal nos Enfermeiros) e reorganização da estrutura de acessos aos cuidados. É bastante explícito quanto ao sub-aproveitamento dos Enfermeiros em Portugal. Todavia, há que referir que esta análise padece de um grave problema (o que não invalida as conclusões ou medidas propostas), que é a extrapolação de dados/rácios da OCDE no que concerna à Enfermagem, que, sabemos, não têm cabimento na nossa realidade. 


Deixo um excerto-exemplo:

"Poderia ser promovida a substituição gradual de Médicos de família por Enfermeiros de família (...).
Os Enfermeiros de família nas suas consultas fariam uma “triagem” dos casos que necessitam de cuidados médicos, no seu sentido estrito, e tratariam daqueles que efectivamente precisam apenas de cuidados primários não-médicos. No caso de haver necessidade de cuidado primário Médico, sempre haveria o Médico generalista (MGF) no Centro de Saúde para atender os utentes.
(...) Dir-se-á que a primeira medida poderia passar, desde logo, pela atribuição efectiva de um Enfermeiro de família aos utentes do SNS, a par do médico de família"

fonte: doutorenfermeiro