Até o novo paradigma dos serviços farmacêuticos que está em curso através de muitas entidades formativas ligadas à associação nacional de farmácias se preocupa com esta temática. Nós nem sequer temos experiência em revisão e já queremos intervir na prescrição??? Penso que um passo de cada vez seria importante... enfim, reconheço que sou um pobre indignado com a incompetencia e falta de visão dos nossos representantes...
29 Abril 2011
Enfermeiros podiam fazer consultas de Revisão Terapêutica
Até o novo paradigma dos serviços farmacêuticos que está em curso através de muitas entidades formativas ligadas à associação nacional de farmácias se preocupa com esta temática. Nós nem sequer temos experiência em revisão e já queremos intervir na prescrição??? Penso que um passo de cada vez seria importante... enfim, reconheço que sou um pobre indignado com a incompetencia e falta de visão dos nossos representantes...
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25 Abril 2011
Oásis para enfermeiras...
Na Arábia, as enfermeiras expatriadas e solteiras ficam a residir no campus do hospital, em acomodações só para mulheres. Ali, rapaz não entra. Já as enfermeiras casadas vivem num compound (área habitacional privada, onde só se entra com autorização). É o caso da alentejana Marta de Sousa, de 33 anos, que vive em Riade com o marido.
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19 Abril 2011
11 Abril 2011
O MDP e a opinião de Rita Cavaco
Opinião de Ana Rita Cavaco
1- Não estão garantidas vagas para todos no internato (Há a possibilidade de terem de esperar mais de 2/3 anos para terem acesso), o diploma é muito claro, não garante acesso a todos;
2- É feito por concurso, logo obrigado a prazos e todos os procedimentos legais inerentes, na melhor das hipóteses quem termina a licenciatura em Julho só inicia o internato em Maio com tudo a correr pelo melhor (por exemplo, se houver impugnação do concurso nem em Maio);
3- Os internos no fundo não são internos, têm de fazer um contrato de trabalho com as Instituições de Saúde para onde vão e os valores não estão definidos no diploma;
4- A Ministra da Saúde (na nota justificativa do diploma, procurem no final do articulado) chama os internos de trabalhadores e realça o facto de, com a entrada deles, se reduzirem significativamente as necessidades de contratação de Enfermeiros para o SNS (está mesmo escrito).
5- Alude ainda ao facto de não prejudicar a produtividade dos supervisores clínicos nos serviços onde estão porque os internos vão substituí-los na função de prestação de cuidados que desempenham (também está escrito);
6- Como não vão existir vagas para todos (também está escrito que as vagas são definidas de acordo com as necessidades dos serviços) o mais certo é que depois de um curso superior de 4 anos, com a expectativa de começar a exercer, alguém poderá apresentar uma queixa no Tribunal Constitucional por restrição do acesso à profissão.
O “internato” são contratos de um ano, a 500 euros líquidos por mês. O internato é um exército de enfermeiros a preço de saldo, substituído por outro contingente ao fim de 12 meses. O “internato” é também um castigo discriminatório. Um enfermeiro português não poderá aceitar um convite do estrangeiro sem o “internato”, mas ele não será exigido a nenhum enfermeiro europeu que venha trabalhar em Portugal.
Desfeita a mistificação, não tenhamos medo de discutir a “segurança”. O erro é sempre uma possibilidade, uma ameaça à prestação de cuidados de saúde. Claro que tem de ser combatido.
Há serviços com políticas activas para diminuir o risco. Mas o Estado também devia assumir esse combate. Os serviços têm de oferecer aos doentes o número de enfermeiros indispensável ao volume e à complexidade do trabalho. Neste aspecto, temos vindo sempre a piorar.
Durante oito anos, perante o grave problema das vagas por preencher nos serviços de saúde, a OE calou-se sempre. O “internato” será apenas mais um paliativo, para que o Governo adie a contratação de enfermeiros e para a OE prosseguir o seu simpático papel de avestruz.
Mais informações em http://www.facebook.com/group.php?gid=317526618304#!/group.php?gid=317526618304, página de candidatura e www.mudaroe.com
Opinião de Fábio Gonçalves
Não concordo com ARC. O documento/projecto da OE operacionaliza melhorias para o futuro. É isso que interessa. Não se esqueçam que vamos criar grupos coordenadores como elo de ligação com entidades de relevo e para planeamento do MDP: teremos uma estrutura preponderante/decisiva no âmbito da Enfermagem. Só tenho pena que também não haja abertura para a Ordem dos Médicos. (Penso que a Enfermagem tem perdido muito nestes anos por se fechar em si mesma e não colaborar activamente com uma Ordem complementar à nossa, quer em politicas de saúde quer na prática clínica. Urge a definição de políticas/projectos de complementaridade.)
Deixo o desafio a Ana Rita Cavaco para que crie um documento de correção/aperfeiçoamento do MDP e o leve a discussão integrando a sua perspectiva... Seria interessante... ARC focaliza o papel da Ordem na articulação com a Agência de Acreditação e Qualificação do Ensino Superior para regular o Ensino em Enfermagem mas é mais do que sabido que esta entidade está dominada pelas Escolas e pelos seus interesses. Interessa-nos portanto ter um papel preponderante/decisivo na profissão e sua regulamentação mesmo que posteriormente venha a comissão Europeias impor directivas contrárias. Depois resolvemos isso. Penso que o MDP é bom e claramente poderá ser sempre melhorado....
Não podemos analisar este MDP aplicado ao presente mas sim ao futuro... Só terá resultados a longo prazo... Quero dar os parabéns a quem o estruturou/pensou. Há aspectos que estão bem pensados mas que obviamente não devem ser explicados em público antes de definitivamente aprovados sob pena de começarem a surgir contra-correntes mais inteligentes.
Desafio a ARC a pensar neste tema não deixando que o seu pensamento seja enviesado pela necessidade de ser contra a actual Ordem ou MDP (por ser uma obra desta Ordem). Porquer normalmente isso é muito comum na política... Sendo de outro partido serei peremptoriamente contra e encontrarei sempre forma de argumentar contra...
Envio um abraço a ARC e quero clarificar que a minha opinião não é contra ou a favor de nenhum grupo/candidato à Ordem. Ainda estou ISENTO até encontrar alguém que satisfaça completamente a minha forma de pensar.
Um grande abraço
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09 Abril 2011
Vamos lá dizer quem e onde, sem papas na língua
05 Abril 2011
Ana Rita pede chumbo ao Internato
Abraçar o Ensino e partilhar a opinião dos Professores, Universidades, Politécnicos até pode ser uma estratégia para angariar votos mas de certeza que os mais de 50000 enfermeiros deste País não aceitarão esta posição. Alguém que se candidata à Ordem deve estar exclusivamente do lado dos Enfermeiros que prestam Cuidados de Saúde. Não apoio o MDP na perspectiva de alimentar os bolsos dos supervisores/orientadores/escolas (pois porque o único interesse desta gente mediocre é esse). Mas falarei disto no próximo post.
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03 Abril 2011
Consultores da DGS - Só 2 enfermeiros
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