3º Congresso do Serviço de Urgência do Hospital Infante D. Pedro EPE
25 Fevereiro 2011
24 Fevereiro 2011
Como fazer "omoletes sem ovos"??
fonte: Diário do Minho
Novo hospital de Braga vai ter menos médicos e enfermeiros
O novo hospital de Braga vai ter um quadro de pessoal com menos médicos e menos enfermeiros que o S. Marcos tinha há cinco anos atrás. O quadro da unidade bracarense relativo ao dia 31 de Dezembro de 2006 é o que serve de referência ao contrato de gestão que o Governo celebrou com o grupo privado que gere a unidade hospitalar, mas o novo quadro de pessoal já validado pelo Ministério da Saúde vai ter menos 31 médicos e menos 21 enfermeiros que o hospital público possuía em 2006.
O novo hospital de Braga vai ter um quadro de pessoal com menos médicos e menos enfermeiros que o S. Marcos tinha há cinco anos atrás. O quadro da unidade bracarense relativo ao dia 31 de Dezembro de 2006 é o que serve de referência ao contrato de gestão que o Governo celebrou com o grupo privado que gere a unidade hospitalar, mas o novo quadro de pessoal já validado pelo Ministério da Saúde vai ter menos 31 médicos e menos 21 enfermeiros que o hospital público possuía em 2006.
Forte redução vai ter também o quadro de auxiliares de acção médica, que perde mais de uma centena de trabalhadores. A redução de 133 profissionais no confronto de quadros pode, no entanto, ficar muito abaixo do número de profissionais que a mudança para o novo hospital pode deixar para trás e que, no limite superior, poderá chegar à dispensa de quase 500 trabalhadores.
Etiquetas: noticias
20 Fevereiro 2011
Regulamentação das Especialidades em D.R
fonte: Cogitare em Saúde
Foi publicado em Diário da Republica o processo de regulamentação das competências de especialidade. Futuramente teremos 7 as especialidades em Enfermagem e agora estão regulamentadas em DR. Este facto merece divulgação para que a população em geral e os próprios Enfermeiros conheçam o seu conteúdo.
Foi publicado em Diário da Republica o processo de regulamentação das competências de especialidade. Futuramente teremos 7 as especialidades em Enfermagem e agora estão regulamentadas em DR. Este facto merece divulgação para que a população em geral e os próprios Enfermeiros conheçam o seu conteúdo.
Enfermeiro especialista em Enfermagem de Saúde da Criança e do Jovem
Enfermeiro especialista em Enfermagem em Pessoa em Situação Crítica
Enfermeiro especialista em Enfermagem de Reabilitação
Enfermeiro especialista em Enfermagem em Saúde Familiar
Enfermeiro especialista em Enfermagem de Saúde Materna, Obstétrica e Ginecológica
Enfermeiros especialistas em Enfermagem Comunitária e de Saúde Pública
Enfermeiros especialistas em Enfermagem de Saúde Mental
Com esta etapa concluída, aumenta-se o passo rumo à efectiva certificação de competências da prática clínica. Por fim divulgamos o regulamento que define o perfil das competências comuns dos :
Enfermeiros especialistas e estabelece o quadro de conceitos aplicáveis na regulamentação das competências específicas para cada área de especialização em enfermagem
Etiquetas: especialidades, noticias, ordem dos enfermeiros
17 Fevereiro 2011
Germano Couto - Claro e Eficaz como nunca ninguém foi
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Quero dar-lhe os meus parabéns pela excelente intervenção.
Fábio G.
Etiquetas: ordem dos enfermeiros
Internato de 12 meses para os Enfermeiros
Entidades que formam enfermeiros dão parecer negativo a decreto-lei que pretende obrigar os licenciados a um internato após a conclusão do curso
O Governo está a preparar a aprovação de um decreto-lei que obriga os enfermeiros a fazer um internato de 12 meses, depois de licenciados, para obterem o título definitivo da Ordem e para poderem trabalhar nos hospitais ou nos centros de saúde. Segundo o documento, a que o CM teve acesso, o Estado terá um encargo mínimo de 30,6 milhões de euros e máximo de 46,3 milhões, valores que dependerão da remuneração atribuída aos profissionais.
Esta medida deverá abranger cerca de 3500 enfermeiros por ano, que deverão ganhar entre os 800 e os 900 euros no referido internato.
O diploma do Ministério da Saúde, que aguarda a aprovação em Conselho de Ministros, foi enviado ao sector que representa as entidades formadoras e, ao que o CM apurou, os pareceres destas instituições foram negativos. Dentro do Governo, também o Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior está contra a aplicação desta medida (ver caixa).
O argumento das universidades é de que o internato vai levar, numa primeira fase, a dificuldades no acesso dos licenciados ao próprio internato, pois o número de vagas não é suficiente para a quantidade de formandos. Para além desta dificuldade, explicam fontes do sector, estes internatos não são um contrato de trabalho, e adiam, pelo menos por um ano, a entrada destes profissionais de saúde na actividade dos hospitais e dos centros de saúde. Argumentam ainda as instituições formadoras que os cursos de Enfermagem são exigentes ao ponto de já proporcionarem 50% de prática, durante o curso, e obrigarem a um estágio para a conclusão da licenciatura.
Fontes ligadas ao sector, contactadas pelo Correio da Manhã, consideram o diploma uma medida perversa que "carece de fundamentação científica, uma vez que a formação de um enfermeiro ao longo dos quatro anos é extremamente rigorosa e exigente".
As mesmas fontes classificam o decreto-lei como mais uma medida de despesismo do Estado.
ENSINO SUPERIOR NÃO CONCORDA COM O INTERNATO
Ao que o CM apurou, a medida, que surge da alteração do Estatuto do Enfermeiro, há quatro anos, suscitou na altura dúvidas e polémica. Quando a Ordem dos Enfermeiros discutiu o assunto em assembleia geral, foram necessários três encontros para a aprovação. Agora, o Governo prepara-se para aprovar o internato – mesmo sem o acordo dos ministérios que tutelam a área. O CM sabe que o Ministério do Ensino Superior não concorda: é um modelo que não existe na Europa e que não é exigido pelas directivas comunitárias.
Etiquetas: noticias
Mais uma Ordem... como ficará a Enfermagem de Reabilitação?
A Associação Portuguesa de Fisioterapeutas quer transformar-se em Ordem Profissional, como meio de regulamentar o sector, avançou, sexta-feira, a presidente da associação, Isabel Guerra.
Falando no final do primeiro Congresso Europeu de Educação em Fisioterapia, que aconteceu no Estoril, Isabel Guerra justificou a criação de uma Ordem argumentando ser «prejudicial a reunião de 18 profissões incluídas, ao nível da função pública, na carreira de Técnicos de Diagnóstico e Terapêutica, que dificilmente encontram um denominador comum».
Outro tema abordado no encerramento do encontro foi o da formação. Isabel Guerra defendeu ser «inaceitável que se tente forçar a formação inicial dos fisioterapeutas portugueses a um curso superior de apenas três anos, quando na Europa a maioria dos países tem cursos de quatro anos, e nos EUA e Canadá cinco».
A presidente da Associação alertou, por outro lado, para a necessidade de serem tomadas medidas quanto «à previsível saturação do mercado de trabalho».
De acordo com a Associação Portuguesa de Fisioterapeutas, faltam em Portugal três mil fisioterapeutas, mas a profusão de escolas superiores de fisioterapia em Portugal coloca Portugal nos próximos cinco anos com um número excessivo de profissionais.
Espero que os enfermeiros de reabilitação e a nossa Ordem coloquem um ollho nesta nova entidade para evitar dissabores e perda de mais competências/ambito de intervenção da enfermagem de Reabilitação.
Apesar da abstenção do Bloco e de outros partidos, foi aprovado na assembleia.
Os médicos têm uma opinião sobre este assunto (link) e os enfermeiros??? A nossa Ordem já emitiu alguma opinião. Ou tb vai dizer que não tem nada a ver com isto. Sabemos muito bem que a fisioterapia já começa a entrar em muitos campos de enfermagem: aspiração de secreções, cinesiterapia respiratória e de certeza que após a criação da Ordem não ficará só por aqui...
Etiquetas: Fisioterapia, noticias
15 Fevereiro 2011
Universidade do Porto é nº1 a investigar cancro do estômago - Ciência - DN
Universidade do Porto é nº1 a investigar cancro do estômago - Ciência - DN
fonte:por:Diário de Notícias
12 Fevereiro 2011
10 Fevereiro 2011
08 Fevereiro 2011
Ordem dos Médicos considera haver faculdades de medicina a mais
fonte: RRenascença
Probabilidade de abrir novos cursos no sector privado é cada vez mais remota. APESP queixa-se de preconceito ideológico.
Portugal não precisa nem de mais faculdades de medicina, nem de aumentar os numerus clausus defende José Manuel Silva, o novo bastonário da Ordem dos Médicos, que tomou posse na passada sexta-feira.
Portugal importa médicos mas poderá reduzir número de faculdades
A situação que o país atravessa neste momento, em que se vão recrutar médicos estrangeiros, deve-se a erros de planeamento no passado, mas o futuro está já assegurado, garante o bastonário: “É uma realidade que estamos a viver actualmente que obriga à implementação de medidas transitórias, e que nalguns casos poderá passar por um estímulo à vinda de médicos estrangeiros para Portugal. Deve haver um planeamento a médio longo prazo e um equilíbrio entre a oferta e a necessidade de médicos. E essas necessidades futuras já estão supridas por excesso com os actuais números clausus, portanto não se justificam, em defesa dos doentes, nem mais faculdades nem a abertura ou o aumento continuado de números clausus, pelo contrário, ele deve, no futuro ser reduzido”.
A situação que o país atravessa neste momento, em que se vão recrutar médicos estrangeiros, deve-se a erros de planeamento no passado, mas o futuro está já assegurado, garante o bastonário: “É uma realidade que estamos a viver actualmente que obriga à implementação de medidas transitórias, e que nalguns casos poderá passar por um estímulo à vinda de médicos estrangeiros para Portugal. Deve haver um planeamento a médio longo prazo e um equilíbrio entre a oferta e a necessidade de médicos. E essas necessidades futuras já estão supridas por excesso com os actuais números clausus, portanto não se justificam, em defesa dos doentes, nem mais faculdades nem a abertura ou o aumento continuado de números clausus, pelo contrário, ele deve, no futuro ser reduzido”.
Quem não se convence com esta linha de argumentação é a Associação Portuguesa do Ensino Superior Privado. Miguel Copetto recorda que há centenas de alunos portugueses que têm de seguir a sua vocação fora do país enquanto este se reforça com médicos de outras nacionalidades, e diz que o verdadeiro problema é ideológico.
“É claro que aqui o problema é essencialmente ideológico contra o particular e cooperativo, e portanto isso leva a que não só se prefira que cidadãos portugueses vão estudar para o estrangeiro como também se ache que é preferível que venham cidadãos estrangeiros exercer medicina em Portugal. Sociologicamente há aqui um problema que tem a ver com a iniciativa privada, seja em que área for, e isso acaba por afectar também o ensino. Nota-se que da parte da administração central existe sempre um preconceito em relação à iniciativa privada, e no fundo, sabemos a iniciativa privada é que é o sangue da economia real”, diz Miguel Copetto, da APESP.
Falta de qualidade
As entidades oficiais, todavia, negam qualquer preconceito e realçam que os vários pedidos da parte do ensino privado foram chumbados exclusivamente por falta de qualidade. Alberto Amaral, da Agência de Avaliação e Acreditação, recorda que as avaliações foram levadas a cabo por uma equipa composta por especialistas nacionais e estrangeiros: “Todas as propostas de curso foram avaliadas pela comissão internacional, composto por especialistas internacionais e ainda o Prof. Lobo Antunes, António Rendas e Sobrinho Simões, e a base da recusa de todas as propostas, incluindo as do Sector Publico, foram por falta de qualidade. É preciso perceber que as pessoas não podem querer criar faculdades de medicina sem um quadro de investigação na respectiva área e sem os hospitais estarem devidamente preparados para atender alunos.”
As entidades oficiais, todavia, negam qualquer preconceito e realçam que os vários pedidos da parte do ensino privado foram chumbados exclusivamente por falta de qualidade. Alberto Amaral, da Agência de Avaliação e Acreditação, recorda que as avaliações foram levadas a cabo por uma equipa composta por especialistas nacionais e estrangeiros: “Todas as propostas de curso foram avaliadas pela comissão internacional, composto por especialistas internacionais e ainda o Prof. Lobo Antunes, António Rendas e Sobrinho Simões, e a base da recusa de todas as propostas, incluindo as do Sector Publico, foram por falta de qualidade. É preciso perceber que as pessoas não podem querer criar faculdades de medicina sem um quadro de investigação na respectiva área e sem os hospitais estarem devidamente preparados para atender alunos.”
Miguel Copetto, por seu lado, aponta para a existência de outros cursos de grande complexidade, com provas dadas, nas áreas da saúde: “quer ao nível da medicina dentária, quer ao nível das tecnologias da saúde, fisioterapia, terapia da fala, análises clínicas, enfermagem, tudo isso já é feito no ensino particular e cooperativo e com provas dadas daquilo que se tem visto dos seus profissionais, a exercer em Portugal no estrangeiro. A medicina é mesmo só uma questão ideológica”.
Para José Manuel Silva, contudo, essa discussão é puramente teórica. A verdade, diz o bastonário, é que Portugal já tem demasiadas faculdades e poderá até ser preciso, no futuro, reduzir: “Se me dissesse que há uns anos, em vez de se criarem tantas faculdades nas públicas, se podia ter criado uma privada, estaria perfeitamente de acordo, mas neste momento essa questão não se põe. As regras internacionais dizem que cada país devia ter uma faculdade de medicina por cada dois milhões de habitantes. Devíamos ter cinco, já temos nove. Não precisamos de mais faculdades de medicina, essa é que é a grande questão.”
Falta de planeamento
Se há discordâncias quanto à melhor forma de resolver o problema, no que diz respeito às suas causas o acordo é geral: falta de planeamento a longo prazo.
Se há discordâncias quanto à melhor forma de resolver o problema, no que diz respeito às suas causas o acordo é geral: falta de planeamento a longo prazo.
“Por falta de planeamento e decisões incorrectas de anteriores governos, o numerus clausus não foi adaptado às necessidades do país, e vivemos agora uma situação transitória de falta de médicos”, explica o bastonário.
“O que acontece é que quando se faz uma alteração no número de alunos de medicina, esse efeito só se vai sentir passados 12 ou 14 anos, é um período muito longo, e as pessoas não estão preparadas para planear a médio longo prazo”, diz Alberto Amaral.
Para Miguel Copetto, este é mesmo um problema crónico. “O país tem demonstrado dificuldades a pensar a longo prazo, e isso tem reflexos directos no dia-a-dia, na vida dos cidadãos, seja nas empresas seja em relação ao pensamento estratégico sobre o Estado em si mesmo”.
Se o problema está resolvido ou não, o tempo dirá. Certo é que os cursos de medicina parecem cada vez mais longe do ensino privado e que pelo menos durante os próximos anos a presença de médicos estrangeiros continuará a ser uma realidade no panorama da saúde em Portugal.
Estrangeiros para os centros de saúde
A vinda de médicos estrangeiros para Portugal pode ser uma necessidade, pelo menos a médio prazo, mas não deixa de preocupar o bastonário José Manuel Silva. O problema é que esses médicos são frequentemente procurados para preencher vagas nos centros de saúde, apesar de não possuírem a especialidade para essa área.
“Não é por acaso que existe em Portugal, e está a ser reproduzido noutros países, a especialidade de medicina geral e familiar que prepara especificamente os médicos para o trabalho nos centros de saúde, que é um trabalho extraordinariamente difícil, exigente e caótico, porque têm de saber um pouco e todas as especialidades. Ora esses médicos que vêm do estrangeiro não têm essa preparação portanto não conseguem nem podem exercer o mesmo nível de elevada qualidade de cuidados que são prestados pelos médicos de família portugueses. O que está em causa, e corremos o risco de isso acontecer no futuro, é transformar os centros de saúde nas caixas de há décadas. Isso é inaceitável, porque se trata de prejudicar os doentes”.
Etiquetas: opinião
04 Fevereiro 2011
03 Fevereiro 2011
Enfermeiros para a Irlanda
A Best Personnel está a recrutar Enfermeiras para um grupo privado de Centros de Cuidados Continuados Integrados e Paliativos e Lares de Idosos na Irlanda.
Estão disponíveis vagas nas várias áreas de intervenção de Enfermagem: cuidados ao idoso, cuidados de saúde mental, demência, paliativos, intermédios, de reabilitação, aos utentes com deficiência física ou às vítimas de trauma ou lesão cervical.
O nosso cliente quer inicialmente recrutar Enfermeiros para o posto de trabalho de Auxiliar, e quando os candidatos estiverem integrados na equipa, e após concluir o registo na Ordem Irlandesa, iniciarão funções como enfermeiros.
São oferecidas excelentes condições de trabalho:
• Salário inicial de €10/h (para Auxiliar) e €17 (para enfermeira)
• Desenvolvimento profissional
Etiquetas: bpl, recrutamento
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