31 Dezembro 2009

“Nesta passagem de ano, não se esqueça prazer com preservativo”

fonte: ARS Algarve

Intitulada «Nesta passagem de ano, não se esqueça prazer com preservativo», a campanha de luta contra a Sida promovida pela ARS Algarve,IP tem como objectivo sensibilizar e motivar as pessoas a adoptarem comportamentos que previnam a infecção VIH/SIDA.

O objectivo principal deste spot visa promover a utilização do preservativo, reforçando assim a mensagem de prevenção das infecções sexualmente transmissíveis, como é o VIH/SIDA, em contextos festivos e neste caso na passagem de ano.

O Spot remete para um ambiente festivo com música e dança, terminando com a mensagem: «Nesta passagem de ano, não se esqueça prazer com preservativo», estando o mesmo a ser projectado no Écran existente na cidade de Faro no Teatro das Figuras entre 26 de Dezembro e 3 de Janeiro, tendo ainda sido disponibilizado, à semelhança do ano passado, às autarquias de Albufeira, Portimão, Monte Gordo/VRSA e à Discoteca Kadoc, para poder ser difundido, sempre que possivel, durante as festas de passagem de ano aí promovidas.

30 Dezembro 2009

Enfermagem em Oncologia resume-se nisto



- Colaboração com a equipa médica na prestação de cuidados

- Educação do doente sobre efeitos dos tratamentos

- Treino na administração parentérica de terapêutica citotóxica e monitorização de efeitos adversos e reacções

- Treino na manipulação e manutenção de CVC


Leiam o documento integral e comentem

29 Dezembro 2009

Noruega autoriza prescrição por farmacêuticos



O Governo norueguês aprovou a dispensa pelas farmácias dos antivíricos para a gripe A, sem prescrição médica, a pessoas infectadas pelo vírus ou que integram grupos de risco. Em vigor desde 3 de Novembro, altura de grande afluxo às consultas médicas, o farmacêutico verifica, baseado na informação de um formulário das autoridades de saúde preenchido pelo utente, se são cumpridos os critérios de dispensa.

Os médicos e o Ministério da Saúde noruegueses já mostraram a sua satisfação com a prescrição por farmacêuticos e a experiência de distribuição célere de medicamentos, que se mantém até 2010.

26 Dezembro 2009

Será isto verdade?? O que se sabe sobre Jimi Hendrix




A história de Jimi Hendrix é uma homenagem ao Natal. Numa cidade chamada Seattle nasce um menino chamado James Marshall Hendrix. Mas o mundo inteiro o conheceria por Jimi Hendrix. Cresceu tímido e sensível. Ele e o seu irmão, Leon Hendrix, tinham muitos problemas familiares.

Hendrix tinha 16 anos quendo perdeu a sua mãe em 1958. Auto-didacta, começou a tocar com várias bandas de Seattle. Alistou-se como voluntário para a guerra do Vietname, porém nunca esteve em combate. As suas gravações tornaram-se as favoritas entre os soldados que lá lutavam. Inicialmente levou uma vida precária tocando em bandas de apoio a músicos de soul e blues como Curtis Knight, B. B. King, e Little Richard em 1965. A sua primeira aparição destacada foi com os Isley Brothers em 1964.

Em 14 de outubro de 1965, Hendrix assina contrato de três anos com o empresário Ed Chaplin. Um ano mais tarde, Jimi Hendrix funda a sua própria banda, chamada "Jimmy James and the Blue Flames".

Jimi Hendrix morreu em Londres nas primeiras horas de 18 de Setembro de 1970. A sua morte nunca foi completamente explicada. Tinha participado numa festa na noite anterior, onde a namorada Monika Dannemann o foi buscar, e ambos seguiram para o Hotel Samarkand, em Notting Hill.

Estima-se que ele morreu pouco tempo depois. Embora muitas pessoas pensem que Hendrix morreu por overdose de drogas... Hendrix morreu sufocado. Conta-se que tomou alguns medicamentos para dormir, passou mal e ao ser levado para o hospital, os enfermeiros deitaram-no na maca de barriga para cima onde após um vómito morreu sufocado pelo mesmo. Será Isto verdade??

A enfermeira aventureira prepara-se para novo desafio profissional em Londres



fonte: O mirante

A enfermeira aventureira prepara-se para novo desafio profissional em Londres
Assim que as grávidas dão à luz, e após duas horas de recobro no bloco de partos, os recém-nascidos ficam aos cuidados da enfermeira Inês. Ana Isabel Borrego

Inês Marmelo, 28 anos, sempre soube que o seu futuro profissional teria que estar ligado à área da saúde e também às crianças. E a enfermeira teve uma experiência marcante que a fez ter ainda mais convicção daquilo que queria ser. Aos 16 anos assistiu ao drama de ter uma irmã nascida prematuramente, com 30 semanas, que correu risco de vida e necessitou de muitos cuidados médicos.

Ao contrário da sua mãe, a quem todos os aparelhos e equipamentos que a filha mais nova necessitava faziam confusão, Inês Marmelo gostava de estar presente e participava nas tarefas juntamente com as enfermeiras do Hospital Dona Estefânia, em Lisboa, onde Carolina esteve internada durante dois meses e meio. “Mais do que sentir impotência por não poder ajudar a salvar a minha irmã senti muita curiosidade por descobrir como os enfermeiros cuidavam da minha irmã e saber o que eles faziam para salvá-la”, conta a jovem natural de Almeirim.

A ideia inicial era enveredar pelo curso de medicina, mas a média não foi suficiente para entrar no curso e decidiu-se pela enfermagem. Uma opção que considera correcta e que agora não trocaria por outro curso. “A primeira opção do jovens é sempre seguir medicina, a maioria não quer enfermagem. Também porque quando somos mais novos não sabemos exactamente como funciona esta profissão. Mas é realmente a profissão que melhor encaixa comigo”, afirma.

Inês Marmelo é enfermeira no Serviço de Obstetrícia/Neonatologia do Hospital Distrital de Santarém, estando destacada para o serviço de neonatologia. Assim que as grávidas dão à luz, e após duas horas de recobro no bloco de partos, os recém-nascidos ficam aos cuidados da enfermeira Inês. A sua responsabilidade diária é cuidar de mãe e filho e verificar que está tudo bem com eles.

“Nem todos os dias são stressantes como se vê nas séries de televisão, mas se nascem crianças a necessitarem de maiores cuidados torna-se tudo mais complicado. Mas é verdade que existe um aumento de partos em época de lua cheia”, revela entre risos.

Assumidamente aventureira Inês Marmelo não vira a cara a um desafio e em Fevereiro inicia uma nova etapa da sua vida. Vai mudar-se de armas e bagagens para Londres (Inglaterra) onde vai exercer a sua profissão no Hospital de Chelsea Westminster. Mais do que um melhor salário, Inês vai em busca de novas experiências e progresso na sua carreira.

“O problema em Portugal é que esta profissão está estagnada, não apostam na formação dos profissionais. E mesmo que façamos uma especialização isso não nos serve de nada. Não dá para evoluir. Se queremos especializar-nos temos que pagar e arranjar horário o que não é nada fácil. Em Inglaterra não pensam assim. Eu especializo-me e eles ganham uma nova profissional. Não vou com data limite e não sei se volto. Quando lá estiver decido o que fazer”, garante a jovem cujos pais e irmãos vivem em Londres há vários anos.

Assumidamente aventureira Inês Marmelo não vira a cara a um desafio e em Fevereiro inicia uma nova etapa da sua vida. Vai mudar-se de armas e bagagens para Londres onde vai exercer a sua profissão no Hospital de Chelsea Westminster.

25 Dezembro 2009

Resposta de Maria Augusta de Sousa à Revista Sábado


fonte: Cision

Ver artigo

Revista enfermagemPT4 - Qualidade e Saúde

enfermagemPT4 - Qualidade e Saúde

22 Dezembro 2009

El Congreso aprueba la 'prescripción enfermera'


fonte: EL PAIS
enviado por: Salvador Postigo

El Congreso de los Diputados ha aprobado hoy de forma definitiva y por unanimidad una modificación del artículo 77 de la actual ley de garantías y uso racional de los medicamentos y productos sanitarios para que el personal de enfermería y los podólogos puedan prescribir medicamentos, una condición antes exclusiva de médicos y odontólogos. Los fisioterapeutas, en cambio, no podrán tener las mismas competencias, como pedían algunos grupos parlamentarios.
Recientemente (24/11/2009) la sala de lo contencioso-administrativo del Tribunal Superior de Justicia de Andalucía (TSJA) ha resuelto paralizar de forma cautelar el decreto andaluz por el que se define la actuación de los enfermeros en el ámbito de la prestación farmacéutica (conocido comúnmente como decreto de prescripción enfermera) al entender que dicha norma incurre en "vicios de ilegalidad".

Vejam Também:
- http://www.elpais.com/articulo/sociedad/Congreso/aprueba/prescripcion/enfermera/elpepusoc/20091222elpepusoc_7/Tes
-
http://www.salvadorpostigo.com/portada/prescripcion.html
[a evolução das nossa competências é uma necessidade que a sociedade actual impõe....]

21 Dezembro 2009

Grande Imbróglio!

20 Dezembro 2009

Desejamos a todos os nossos leitores e amigos


Enfermeiros poderão prescrever medicamentos e pedir exames médicos



Era bom não era??

Na opinião de muitos enfermeiros, isto não é enfermagem... Os enfermeiros Portugueses serão mais inteligentes quando nem sequer aspiram à criação de uma legislação que permita a prescrição de determinados medicamentos?? Não teremos competência suficiente para prescrever alguns grupos farmacológicos??

No entanto, os enfermeiros Brasileiros não pensam assim:

"Os enfermeiros Secretaria Municipal de Saúde (SMS) agora podem precrever remédios e socilicitar exames de rotina e complementares. A decisão foi tomada pela SMS e divulgada na manhã de hoje (16) no Diário Oficial do Município.

Entre outros aspectos, a decisão da SMS considera que o enfermeiro pode “realizar consultas de enfermagem, solicitar exames complementares e prescrever medicações, observadas as disposições legais da profissão, fixadas em protocolos ou outras normas técnicas estabelecidas pelo Ministério da Saúde".

O enfermeiro, profissionalmente habilitado, na consulta da enfermagem, poderá prescrever medicamentos previamente estabelecidos em Programas de Saúde Pública e em rotina aprovada pelas instâncias competentes do Sistema Único de Saúde, estabelecido nos Protocolos do Ministério da Saúde e da Secretaria Municipal de Saúde e, também, solicitar exames de rotina e complementares, de acordo com os Programas de Saúde Pública e em rotina aprovada pelas instâncias competentes do Sistema Único de Saúde, devendo a interpretação dos resultados, após avaliação, ser encaminhada ao médico responsável.

18 Dezembro 2009

Jornadas de Enfermagem de Urgência do CHL


Campanha de vacinação contra o vírus H1N1 - Grupo C

Portal da Saúde - Campanha de vacinação contra o vírus H1N1 - Grupo C

Rescaldo da assembleia dos Podologistas



fonte: http://diariodepodologia.blogspot.com/

Recordam-se do curso que a CESPU tentou promover para enfermeiros na area da podologia??

Ontem decorreu a Assembleia geral da Associação Portuguesa de Podologia onde se debateu a situação actual em que se encontra a Podologia no nosso país. A adesão dos associados foi em massa, embora na minha opinião ainda um pouco aquém das expectativas.O debate foi intenso e acesso entre os presentes, tendo terminado já passava da 1h30 da manha, o debate iniciou-se com a discussão sobre o famoso curso que a CESPU pretendeu iniciar dirigido a enfermeiros, tendo o Presidente da APP o Dr. Manuel Portela lido uma carta enviada pela associação aos administradores do grupo CESPU pedindo esclarecimento perante esta atitude desta instituição, defendendo o actual curso de Podologia bem como a situação actual em que se encontram os actuais Podologistas e antigos alunos desta casa.

Ficamos a saber que este curso fora proposto há CESPU por um grupo de enfermeiros que pretendiam criar uma especialidade em enfermagem Podologica, a resposta da CESPU foi que este curso não deveria ser vocacionado apenas para enfermeiros mas sim para todos os profissionais que possuam uma licenciatura dentro da´área da saúde tal como o governo pretende fazer com o curso de medicina.

Actualmente este curso não se ira iniciar no entanto esta ideia ainda não está extinta mas sim em standby pois ainda existem profissinais de saúde interessados neste curso.Relativamente ao movimento iniciado pelos Podologista a APP considerou legitimo e louvável nomeadamente a criação da petição publica que se encontra ainda a circular, no entanto o Dr. Portela mostrou se indignado com certos comentários realizados por podologistas nessa mesma petição, comentários estes que nada dignificam a nossa classe transparecendo para a comunidade uma imagem errada da Podologia.

Eu como responsável por esta petição faço minhas as palavras do Dr. Portela, no entanto quero referir que não posso controlar o que e escreve na petição pois esta é publica e vivemos num estado de direito e democracia, no entanto acho que estes constantes ataques e acusações entre colegas nada de bom traz há podologia, talvez seria melhor empregue canaliazar toda esta negatividade em prol da podologia defendendo a e unindoa em vez de a dividir cada vez mais, pois "Uma casa dividida contra si mesma não pode crescer".

Outro assunto debatido foi a situação em que se encontra a Podologia em Portugal, nomeadamente as condições em que muitos colegas nossos se encontram a trabalhar. Neste momento um dos maiores flagelos que se encontra é a quantidade de colegas nossas que realizam consultas em farmácias, parafarmácias e ainda centro de estética, realizando consultas a um preço irrisório e que nada dignifica a nossa classe, compreendo que vivemos em tempos difíceis e que muitos de nós vive com enormes dificuldades para cumprir com as suas obrigações no entanto é a minha opinião de que se queremos uma Podologia de referencia não nos devemos sujeitar estas situações mas sim devemos pesquisar e estudar tentando obter novos conhecimentos e técnicas terapêuticas para destacar ainda mais as nossas capacidades, pelo menos é isso que tento fazer todos os dias estando neste momento a iniciar a implementação de novos métodos de diagnóstico e terapêuticos que irei importar de países onde a podologia já se encontra num nível muito superior, e faço isto com enorme custo pessoal para mim pois no final do mês também tenho contas para pagar e nem sempre é fácil, no entanto penso que esta é a altura em que se deve semaer para mais tarde vir a colher os frutos.

Este é o caminho que a Podologia deve seguir e não nos contentarmos apenas com retirar calosidades ou rebaixar unhas, temos que ter noção que o que fazemos irá reflectir para o exterior se nos limitarmos a isto a comunidade irá ver nos apenas como calistas o que está errado pois somos muito mais do que isso e temos os conhecimentos bem como a carreira académica para muito mais, senão vejam os novos mestrados em Podiatria que se vão iniciar no nosso pais, estes terão a duração de 2 anos que juntamente com os primeiros 4 anos de licenciatura nos confere um percurso académico de 6 anos semelhante ao curso de medicina ou medicina dentária.Com uma formação destas devemos nos contentar apenas a realizar pequenas quiropodias ou ambicionar algo mais, devemos prostituirnos por uns meros euros em centro que nada tem haver com a saúde, ou em farmácias ?

Nunca viram um médico numa farmácia e porque? Pois isso iria originar um conflito de interesses entre o prescritor e a instituição que fornece a prescrição.Se queremos algo mais devemos agir como tal demonstrando que somos capazes e não ficarmos há espera que as coisas nos caiam do céu de mão beijada...

“Um parto mais familiar em ambiente hospitalar”


fonte: http://www.rituaismaternos.com/

“Um grupo de médicos, enfermeiros e outros interessados nas questões da gravidez e parto decidiu juntar-se e lutar para que todas as mulheres possam ter uma experiência de parto mais positiva.

O Movimento Nascer Melhor – assim se chama o grupo – foi criado a 14 de Março de 2009, numa reunião em Viana do Castelo, onde também foram definidas 10 medidas, baseadas nas mais recentes evidências científicas, para reduzir o excesso de práticas e intervenções medicalizadas durante o trabalho de parto nas situações de baixo risco. Mas só agora foi tornado público, com o lançamento do respectivo site.
A esse conjunto de medidas o grupo chamou «Os 10 princípios de Viana». A ideia é fazer chegar estes princípios à sociedade civil para, em conjunto com os profissionais de saúde, se mudarem algumas práticas e atitudes em ambiente hospitalar.

Diogo Ayres de Campos, médico especialista em Ginecologia e Obstetrícia, Dolores Sardo, Presidente da Associação Portuguesa de Enfermeiros Obstetras, e Maria Jorge Costa, directora da revista PAIS&Filhos são algumas das pessoas que fazem parte do grupo fundador.
Para conhecer melhor o Movimento Nascer Melhor e subscrever os Princípios de Viana visite o site oficial.
Os 10 Princípios de Viana

1. Todas as grávidas e acompanhantes têm o direito de ser tratadas com respeito e dignidade, independentemente das suas convicções e opções.

2. O trabalho de parto de início espontâneo que culmina num parto eutócico (parto vaginal sem intervenções) e decorre entre as 37 e as 42 semanas, é actualmente a forma mais segura de nascimento.

3. O recurso ao parto induzido (provocado artificialmente) e à cesariana sem qualquer motivo de saúde, mas apenas por conveniência dos envolvidos, está associado a maiores riscos e é considerado pela comunidade científica internacional como uma prática injustificada.

4. O parto é um processo natural que, na maioria dos casos, apenas necessita da vigilância e apoio por profissionais de saúde. Nos casos de baixo risco estes deverão, preferencialmente, ser prestados por um enfermeiro especialista de saúde materna e obstétrica/parteira.

5. Existem casos, mesmo considerados de baixo risco, em que são necessárias intervenções de saúde para evitar complicações graves decorrentes do parto. É fundamental o acesso rápido e a existência de protocolos de transferência para cuidados de saúde diferenciados, de forma a garantir cuidados seguros no parto.

6. Promover um ambiente carinhoso, em que é permitido à grávida expressar a sua forma de ser e de vivenciar esse momento único e tão importante da sua vida, bem como ver respeitada a sua privacidade e conforto, são aspectos essenciais dos cuidados intraparto.

7. A evidência científica actual não apoia como intervenções de rotina nas parturientes de baixo risco: a tricotomia perineal (corte dos pêlos púbicos); a utilização sistemática de clisteres; a utilização sistemática de soros, ocitocina e a amniotomia (rotura artificial da bolsa de águas) no trabalho de parto; a restrição da alimentação líquida; a restrição dos movimentos; a restrição da posição do parto; a episiotomia sistemática (corte lateral dos tecidos da vagina na altura do nascimento); a aspiração sistemática das vias respiratórias no recém-nascido, que nasce com boa vitalidade.

8. A evidência científica actual aconselha como opções benéficas durante o parto nas parturientes de baixo risco: a arquitectura não-hospitalar das salas de parto, o apoio contínuo durante o trabalho de parto, a possibilidade de banho de imersão ou chuveiro durante a fase de dilatação.

9. As grávidas têm direito a receber informações completas, correctas e não tendenciosas, baseadas na melhor evidência científica disponível sobre riscos, benefícios e alternativas disponíveis para os cuidados de saúde, de forma a tomarem uma decisão informada e, se entenderem, mudarem de opinião em relação às suas escolhas. A avaliação e divulgação dos principais indicadores estatísticos associados ao parto por cada instituição de saúde necessita de ser fomentada.

10. O parto é um evento familiar, onde a possibilidade da grávida poder escolher a presença permanente de elementos próximos e de poder contactar precocemente com a restante família são aspectos essenciais para a vivência do momento.”

Revista PAIS & Filhos

12 Dezembro 2009

Maria Augusta Sousa vai ser vacinada



fonte: Ordem dos Enfermeiros

A Bastonária da Ordem dos Enfermeiros, Enf.ª Maria Augusta Sousa, vai ser vacinada contra a Gripe A no dia 14 de Dezembro, pelas 10H30, no Centro de Saúde de Oeiras (Avenida Salvador Allende, 2780-163 Oeiras).

Não incorporando nenhum dos grupos prioritários definidos pelo Ministério da Saúde - uma vez que não está a prestar cuidados de Enfermagem - a Bastonária da Ordem dos Enfermeiros irá vacinar-se numa altura em que estão disponíveis vacinas para quem tenha indicação para o fazer, contribuindo assim para atenuar os possíveis efeitos de uma segunda onda epidémica.

Recorde-se que desde o início da campanha de vacinação, a Bastonária da Ordem dos Enfermeiros tem vindo a defender publicamente a vacinação dos enfermeiros enquanto profissionais de saúde que têm como responsabilidade profissional defender a Saúde Pública e a garantia da prestação de cuidados à população afectada.

Considerando que se trata da primeira Bastonária a vacinar-se publicamente, convidamos os órgãos de comunicação social a acompanharem este acto."

Jovens enfermeiros denunciam precariedade laboral





Ao som de música natalícia, jovens enfermeiros deixaram esta sexta-feira presentes à porta do Hospital Curry Cabral e cartas dirigidas ao Pai Natal, num protesto simbólico para denunciar a “precariedade” laboral que afecta 800 profissionais na região de Lisboa, noticia a agência Lusa.

Uma corda com 800 cartas de enfermeiros para o Pai Natal, presas por molas, cartazes e “prendas”, com inscrições que manifestam a exigência dos enfermeiros, despertam a atenção de quem passa pela porta daquele hospital em Lisboa.

“Este é um ponto negro de precariedade”, “Salários dignos”, “Fim dos recibos verdes e de subcontratação como vínculo para funções permanentes” e “Dotações seguras” são os apelos dos jovens enfermeiros afixados nos presentes e nos cartazes.

À porta do hospital, perto de duas dezenas de enfermeiros iam distribuindo panfletos com as suas reivindicações.

“Nós decidimos marcar este dia com uma acção simbólica para denunciar a precariedade existente no distrito de Lisboa”, disse à agência Lusa Isabel Barbosa, da direcção regional de Lisboa do Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP), que convocou o protesto.

A escolha do Hospital Curry Cabral para fazer o protesto tem uma razão: “De todas as instituições, é aquela que detém mais vínculos precários (154), não considerando os centros de saúde”, sublinhou Isabel Barbosa.

O enfermeiro Pedro Salgueiro trabalha naquele hospital há cinco anos com vínculos precários. “Inicialmente eram contratos de seis meses, ultimamente têm sido renovados pelo período de um ano”, disse à Lusa.

Para Pedro Salgueiro, a sua situação laboral é de “incerteza” em relação ao futuro.“Este ano o meu contrato encontra-se em vigor até 31 de Julho de 2010”, disse o enfermeiro, que deixou o Interior, onde vivia, para trabalhar em Lisboa.

Pedro Salgueiro adiantou que a situação de “instabilidade” que vive não lhe permite traçar grandes planos para o futuro.“Gosto do sítio onde estou e as condições de trabalho não são más, mas o contrato é que não dá estabilidade para o futuro”, comentou.

A situação precária dos jovens enfermeiros afecta 5000 profissionais a nível nacional, segundo Pedro Frias, do Sindicato dos Enfermeiros Portugueses.“Temos uma situação bastante complicada em termos de vínculos precários a nível nacional e no que diz respeito aos jovens enfermeiros”, sublinhou à Lusa.

Pedro Frias salientou que existem cerca de “5000 enfermeiros com contratos a prazo no país, muitos deles nas instituições do sector público administrativo, que dependem directamente da regulação do Ministério da Saúde da abertura ou não de concursos”.

“O Ministério da Saúde descongelou agora 1627 quotas que são insuficientes para aquilo que são os vínculos precários que existem na totalidade das instituições”, acrescentou Pedro Frias.

Nas cartas dirigidas ao Pai Natal, os enfermeiros expressam o desejo que gostariam de ver realizado este Natal: um vínculo efectivo para o posto de trabalho permanente, maior dotação de enfermeiros nas instituições, uma carreira para a enfermagem inteira que “valorize as competências, penosidade e responsabilidade adquiridas pelos enfermeiros”.

10 Dezembro 2009

Cabeças que não pensam são o paraíso das pulgas!



fonte: Doutor Enfermeiro

Um colega questionou a Ordem dos Enfermeiros se "podia recusar a administração de vacinas (prescritas) (...) sem um Médico nas instalações onde trabalha (...)", o que deu origem à emissão do parecer n.º 177/2009 do Conselho de Enfermagem.

Fico siderado pela falta de perspectiva de autonomia de certos profissionais de Enfermagem. Alguém questiona se pode fazer desempenhar o seu exercício profissional autónomo sem um Médico nas imediações?! Que visão médico-dependente é esta?

Assim, antevejo sérias dificuldades no seio da profissão. Desde da modernização da mesma à retribuição económica justa!

Há uma fobia à assumpção de responsabilidades que me custa a compreender! Evoluir significa, indubitavelmente, assumir mais responsabilidades em prol de mais autonomia!

A conclusão do parecer é a mais lógica possível: "(...) não existe qualquer impedimento à administração das vacinas por parte do Enfermeiro sem a presença física do Médico prescritor ou outro"!

Enfermeiros pouco racionais


Bastonária da Ordem dos Enfermeiros, disse:

"Enfermeiros crêem num mito... Recusam vacina porque acreditam na imunidade dada pelos doentes... É uma atitude pouco racional..."
fonte: link

Desconvocada Vigília por pressão do MS


O Sindicato dos Enfermeiros Portugueses desconvocou uma vigília que estava marcada para esta tarde para denunciar a falta de enfermeiros nos Centros de Saúde. O protesto foi desconvocado devido à pressão que foi feita por parte do Ministério da Saúde, como conta a repórter Rita Roque.

Tamiflu é uma farsa; OMS faz o que a Big Pharma quer


Tenho navegado por muitos sites da área da saúde e encontrei algumas pérolas que quero partilhar convosco.

Segundo um artigo do site Bloomberg (media mainstream), o tão acarinhado (pela nossa Ministra da Saúde e seus acólitos) Tamiflu/Oseltamivir da Roche (a empresa das mega FRAUDES), que tantos biliões tem dado ao falcão Donald Rumsfeld e seus compinchas, (mais própriamente US$2.6B só este ano) pelos vistos e como já há algum tempo se pensava, pouco ou nada faz relativamente às complicações pelo virús influenza em adultos saudáveis.

Segundo uma análise de cerca de 20 estudos levada a cabo pela Cochrane Collaboration e publicada no British Medical Journal*, não foi encontrada qualquer evidência que o Tamiflu prevenisse as infecções ou complicações respiratórias devido ao virús influenza.

Deste relatório foram excluídos oito estudos patrocinados pela Roche uma vez que não tinham sido publicados e cujo dados não tinham sido na sua totalidade divulgados aos investigadores.

O mais interessante de tudo isto foram as conclusões a que chegou Fiona Godlee a editora chefe do BMJ*, a qual afirmou que este relatório levanta sérias questões de como os diversos medicamentos são revistos/inspeccionados, uma vez que os estudos orignalmente usados para estabelecer os benefícios desta droga foram escritos pelos empregados da Roche e pagos por consultoras, tendo escondido efeitos secundários sérios, sendo que em alguns nem se conhecem os seus autores.
E foi neles que os diversos Governos acreditaram, incluindo o NOSSO!

The report raises questions about how drugs are reviewed, approved and distributed, Fiona Godlee, the British journal’s editor in chief, wrote in an editorial. The studies originally used to establish the benefits of Tamiflu were written by Roche employees and paid consultants, under-reported serious side effects and failed to clearly identify all the authors, she wrote. In at least one case, a study was attributed to a researcher who disavowed any involvement to the journal, Godlee wrote.
‘Taken on Trust’


Governments relied on the studies to justify the widespread use of Tamiflu, known chemically as oseltamivir, she said. The reviewers were unable to find any independent studies of the drug in healthy adults, she said. [via Bloomberg]

Ainda dentro deste tema dos medicamentos e da saúde, acaba de ser divugado no site de whisleblowers, wikileaks um relatório que indica que a Organização Mundial de Saúde é um pau mandado da Big Pharma.

The compilation of documents shows the influence of “Big Pharma” on the policy making decisions of the WHO, the UN body safeguarding public health. These confidential documents were obtained by the drug industry before their public release to WHO member states (scheduled to be released May 2010). The document also illustrates that the WHO expert group was highly responsive to industry lobbying — a result that public health groups had feared since early 2009, when the expert group met with the industry, but refused to meet with public health groups known to be industry critics. [via wikileaks]

09 Dezembro 2009

Um grupo de enfermeiros decidiu escrever à revista Sábado


Exmo. Director da Revista Sábado
Miguel Pinheiro

Assunto: Direito de Resposta

No seguimento do artigo por vós publicado na edição n.º 290, intitulado “Os melhores hospitais de 2009” (págs. 51 a 73), serve a presente carta para expressar (atrevo-me) a revolta de uma classe de profissionais de saúde, leia-se, Enfermeiros, que vêem a sua imagem e o seu desempenho profissional denegridos.

Ao longo da edição, no que toca ao ranking dos hospitais portugueses, é notória a forma como se coloca a classe médica como personagem principal e, os restantes profissionais como meros figurantes.
O jornalista Pedro Jorge Castro e o repórter fotográfico Pedro Zenkl foram, durante 24 horas, a sombra de uma chefe do Serviço de Urgência de um hospital de Lisboa…convidados ou visita proposta? Curiosa será decerto a resposta!

Várias são as passagens nos artigos que revelam insensatez e um total desconhecimento da realidade da prestação de cuidados no dia-a-dia, nomeadamente da posição da Enfermagem, o seu papel fundamental na equipa, os seus conhecimentos científicos, técnicos e humanos, bem como a estruturação da profissão, enquanto detentora de funções independentes, nada espelhadas no vosso artigo; pelo contrário, o espelhado assemelha-se a um “enxovalho” público.

Os leitores são atirados para uma realidade desfocada, uma realidade de submissão do Enfermeiro face ao Médico, através do recurso a expressões radicalistas:
“…desanca imediatamente por telefone, as enfermeiras que estão a fazer a triagem…” (pág. 55);
“…mandou recado por uma enfermeira…” (pág. 55);

“Elizabete Jorge acode de imediato. Está sozinha na enfermaria – e está em maus lençóis…” (pág. 64);
“O doutor está farto. Entre a administração de diuréticos e de nitratos o cirurgião recomenda-lhe calma…” (pág. 64);

“Elizabete entra novamente em histeria. Énio volta a adverti-la para se tranquilizar…” (pág. 65);
“ «Tudo calmo ao pé deste senhor» ordena o cirurgião.” (pág. 68).

A cobertura jornalística deste projecto, coordenado pela Escola Nacional de Saúde Pública, que assenta nos resultados dos cuidados, “…mais do que averiguar se os doentes são tratados nos serviços certos ou se organização do hospital responde de forma estruturada a um problema de saúde…” (pág. 51), não projecta para a sociedade quem está por detrás destas conquistas; se tal cobertura jornalística fosse alargada às 24 horas que os Enfermeiros passam junto do doente, a realidade descrita nas vossas páginas, com toda certeza, seria totalmente diferente.

A Enfermagem é retratada como a equipa de bastidores de uma peça dirigida pela Medicina, MAS médicos não são maestros que fazem uso sua batuta para dirigirem o trabalho dos Enfermeiros, isto é, não têm autoridade sobre o seu conteúdo funcional. Como equipa, ambos detêm funções independentes e interdependentes.

Nós, Enfermeiros, somos detentores de um curso superior – Licenciatura – formados por Escolas Superiores, a quem foram reconhecidas competências na prestação de cuidados. A nossa profissão faz uso de metodologia científica e distingue-se, por ser transversal a outras disciplinas, por conseguirmos dar resposta ao holismo do doente, e não apenas à sua componente biológica; somos um elo fundamental na cadeia do sistema de saúde, (sim, é verdade!) embora o vosso artigo caracterize (ainda que erradamente) a equipa de saúde como sendo apenas composta pelo corpo médico.

Convido-vos a uma breve análise do conteúdo funcional da nossa profissão:
-Somos os primeiros na abordagem ao doente;
-Identificamos problemas de saúde e actuamos em situação de emergência;
-Organizamos, coordenamos, executamos, supervisionamos e avaliamos as intervenções de Enfermagem aos três níveis de prevenção, ao individuo, família, grupos e comunidade;
-Decidimos sobre técnicas e meios a utilizar na prestação de cuidados de Enfermagem;
-Utilizamos técnicas próprias da profissão com vista à manutenção e recuperação das funções vitais (respiração, alimentação, eliminação, circulação, comunicação, integridade cutânea e mobilidade);
-Encaminhamos e orientamos para recursos adequados;
-Promovemos a intervenção de outros técnicos de saúde;
-Participamos na coordenação e dinamização das actividades inerentes à situação de saúde/doença, bem como na elaboração e concretização de protocolos;
-Somos responsáveis por áreas como gestão, investigação, docência, formação e acessoria;

A vossa edição enaltece os médicos pelos seus heróicos actos; eu destaco a sua conduta arrogante do alto da bata branca e, os impertinentes comentários lançados pelos jornalistas:
“ «Olhe doutora, beijei hoje uma senhora com gripe A. Acha que estou infectado? Quero a vacina!». Galhofa geral no posto de comando das urgências do Santa Maria.” (pág. 54);

Se faz jus ao seu título de médica, devia validar os medos do utente, e abster-se de juízos de valor.
“ «Com vocês duas aí a triar, isto hoje vai ser para negativos. É quase tão mau como a …» [e diz o nome de uma antiga enfermeira gozada por todo o serviço pela reputação de incompetência].” (pág. 55);
Prova escrita do enxovalho público dos Enfermeiros…

“ «Quem é que está a fazer tanto barulho? Senhores enfermeiros, não querem virar aquele senhor de lado? Parece o leão da Metro a rugir» - o barulho fez-lhe lembrar o animal que surge no início dos filmes de uma produtora de Hollywood.” (pág. 56)

Riram-se? Acharam cómico? Era algum familiar vosso? Era assim que o gostariam de ver cuidado…ou como diriam os Srs. de bata branca por vós enaltecidos: tratados? Fizeram alguma pesquisa prévia da fisiologia da dor? De como pode ser agonizante? É uma sugestão…

“Uma conversa desagradável: a filha quer saber porque é que não foi feito uma TAC ao pai, sente falta de um exame, algo palpável que confirme o diagnóstico. A chefe assume uma postura defensiva: «Expliquei-lhe três vezes na sexta-feira. Não vou discutir indicação de exames consigo. Estudei para isso, tenho 30 anos de Medicina, senão a medicina era feita por computadores.»” (pág. 56)

Felicitações pela sua larga experiência, pena que não se tenham lembrado de registar no vosso artigo a provável ansiedade que a dita filha devia sentir pela situação do pai, e a forma como isso influencia a percepção da informação que o profissional quer passar.

“ «Como é que lhe fez um exame neurológico se ele não responde nem diz nada?», insiste a filha. A médica responde: «Com a sua pergunta está a mostrar que não sabe o que é um exame neurológico» ” (pág. 56)
Duas vezes felicitações pelos 30 anos de Medicina que fizeram questão de realçar, e pela segunda vez lamento que os jornalistas não tenham realçado quem afinal tem que deter os conhecimentos, e quem está sujeito ao dever de informação…

É aqui que a ‘equipa dos bastidores’ sobe ao palco, para resolver as lacunas de informação deixadas. Com todos os seus conhecimentos científicos, os Enfermeiros esclarecem e validam a informação percebida por utentes e familiares.

Numa era em que se condenam leigos pelo uso indiscriminado de informação online, na procura de resposta para as suas dúvidas em questões de saúde (aquele palavrão dito pelo médico e que ninguém percebeu, aquela medicação que ninguém sabe o que é, como actua, os efeitos indesejados esperados, reacções a que devem estar atentos e comunicar aos serviços de saúde, os cuidados a ter face a determinada doença, vulgo, patologia, etc), seriam de enaltecer, sim, os correctos cuidados de saúde.

Ao atribuírem notoriedade a simulacros como o 3º lugar: Hospitais da Universidade de Coimbra, mais uma vez revelam a vossa ignorância no que toca à profissão de Enfermagem. Internas de Medicina a fazerem-se passar por Enfermeiras “em maus lençóis”, “em histeria”, “assustada”, que “não ajuda”, que grita “Ai doutor, e agora?” cria a revolta no seio da nossa classe.

Poderia sugerir 24 horas com Enfermeiros com cobertura dos seus cuidados, do seu desempenho, das suas competências…mas não, não queremos mediatismos, apenas ser devidamente reconhecidos e dignificados como importantes que somos, pelo que fazemos.

Mais informo que a presente carta será remetida para a Ordem dos Enfermeiros, à qual será dado conhecimento do vosso infeliz trabalho, e a qual tomará as devidas posições.

Convicta que este poderá ser o despoletar da voz da Enfermagem,
Enfermeira Joana Santos
Enfermeira Joana Bruno

Nurse Educator 2009

08 Dezembro 2009

Artroplastia do Joelho


Cuidados de Enfermagem na Artroscopia do Tornozelo




Programa formativo de la especialidad de Enfermería Geriátrica


por: Salvador Postigo Mota.
Profesor Departamento de Enfermería.
Facultad de Medicina .Universidad de Extremadura

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06 Dezembro 2009

Médicos portugueses são «bons solistas»


fonte: Lusa

Manuel Sobrinho Simões, professor da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa, criticou hoje os médicos portugueses por, sendo «bons solistas», não saberem trabalhar em «orquestra», e defendeu que os candidatos a Medicina devem ser, sempre que possível, entrevistados.

«Temos um problema que é termos bons solistas mas sermos maus a trabalhar em orquestra e isso tem a ver com as limitações históricas», disse o professor catedrático, durante a sessão inaugural do Curso de Medicina que decorreu hoje na Universidade do Algarve (UAlg).

Os «minifundiários» e as «pequenas invejas» que existem na área da Medicina são «defeitos culturais e não genéticos», referiu Sobrinho Simões, remetendo os problemas actuais para o monolitismo da Universidade de Coimbra, a existência de um cirurgião-mor, a recusa de estrangeirados, a exaltação da retórica, o Estado Novo e a Inquisição.

Srª Ministra - O tempo esgotou-se!!!

fonte: Doutor Enfermeiro
Os SIPE E O SE remeteram um documento à Ministra no sentido de afirmar o seu limite de paciência e espera nas negociações

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