22 Janeiro 2012
06 Janeiro 2012
Os artigos mais lidos
Boa noite caros colegas. A reflexão é o primeiro passo para a construção de uma opinião, uma decisão, uma crítica construtiva, etc.No entanto, a qualidade do substrato sobre o qual reflectimos traduz a profundidade e o nível do nosso raciocínio. Actualização do conhecimento na área da saúde - ecos da enfermagem fora do território nacional.
O Institute of Medicine, uma organização sem fins lucrativos e de carácter independente, do outro lado do Atlântico, com o objectivo de aconselhar imparcialmente os vários decisores da área da Saúde, publica regularmente vários relatórios de interesse inegável (podem consultar melhor esta missão (AQUI) porém, mais do que a missão o que tem publicado é que é digno de registo,podendo o leitor consultar a lista completa de publicações ( AQUI) sendo um dos relatórios mais citados o "To err is Human: Building a Safer Health System". No entanto, como o título do post indica, quero deixar aqui a lista das publicações mais lidas do ano. Não deixem de consultar e já agora, como curiosidade, reparem qual é o relatório mais lido. Aqui fica então:
7. Relieving Pain in America: A Blueprint for Transforming Prevention, Care, Education, and Research
Com os melhores cumprimentosSem outro assunto. Flávio Anselmo Rocha de Almeida Faria
Etiquetas: noticias
Vamos reflectir um pouco...
A enfermagem é uma profissão que desde a sua génese sempre abrangeu um vasto campo de actuação na área da Saúde. Acontece que com a evolução das várias profissões este campo tem-se tornado cada vez mais restrito, quer pela conquista/sobreposição desses campos por outros profissionais.
Só para terem uma ideia estas são algumas das associações que actualmente existem (agradeço que enviem mais se conhecerem)
APTAC - Associação Portuguesa dos Técnicos de Análises Clínicas e Saúde Pública
APTAP - Associação Portuguesa dos Técnicos de Anatomia Patológica
APtA - Associação Portuguesa de Audiologistas
APTEC - Associação Portuguesa de Cardiopneumologistas
APD - Associação Portuguesa de Dietistas
APLF - Associação Portuguesa dos Licenciados em Farmácia
APF - Associação Portuguesa de Fisioterapeutas
APHO - Associação Portuguesa de Higienistas Orais
APOR - Associação Portuguesa dos Ortoptistas
APTO - Associação Profissional dos Técnicos de Ortoprotesia
APTO - Associação Profissional dos Técnicos de Ortoprotesia
ATARP - Associação dos Técnicos de Radiologia, Radioterapia e Medicina Nuclear
APTMN - Associação Portuguesa de Técnicos de Medicina Nuclear
ART - Associação Portuguesa de Radioterapeutas
ART - Associação Portuguesa de Radioterapeutas
ANSA - Associação Nacional de Saúde Ambiental
APTF - Associação Portuguesa de Terapeutas da Fala
APTPD - Associação Portuguesa de Técnicos de Prótese Dentária
APTO - Associação Portuguesa dos Terapeutas Ocupacionais
OPTDT - Organização Portuguesa de Técnicos de Diagnóstico e Terapêutica Pró Ordem
ANTEPH - Asociação Nacional dos Técnicos de Emergencia Pré-Hospitalar
APP - Associação Portuguesa de Podologia
ANTEPH - Asociação Nacional dos Técnicos de Emergencia Pré-Hospitalar
APP - Associação Portuguesa de Podologia
Todos anseiam por uma ordem própria e um estatuto profissional. Será aceitável que estes profissionais anseiem este tipo de evolução, sabendo que só foram criados para serem auxiliares aos profissionais especializados?? São capazes de analisar detalhadamente as intervenções que estes profissionais sobrepõem aos enfermeiros? Não seria importante a nossa ordem analisar isto de uma forma detalhada para definir percursos e estratégias para o futuro?? Criar defesas ao ataque cerrado e ao roubo de muitas competências por parte destes profissionais? Isto se houver é claro... Será que não deviamos pensar seriamente nisto e analisar cada profissão técnica à lupa... Uma coisa é certa... Se estas profissões têm evoluido é porque são necessárias à sociedade mas até que ponto nós enfermeiros não acompanhamos essas necessidades para evoluir a nossa profissão/competências??
Diz a Lei sobre a criação dos técnicos.
1 - O técnico de diagnóstico e terapêutica actua integrado numa equipa de saúde, enquadrada e sob prescrição do respectivo elemento médico ou técnico superior, e cabe-lhe: a) A recolha, preparação e execução de elementos complementares do diagnóstico e do prognóstico clínicos; b) A produção de meios ou a prestação de cuidados directos necessários ao tratamento e reabilitação do doente, por forma a facilitar a sua reinserção no respectivo meio social;
c) A preparação do doente para os exames e a sua vigilância durante os mesmos, bem como no decurso do respectivo processo de tratamento e reabilitação, por forma a garantir a eficácia daqueles;
d) Assegurar a aplicação, através dos métodos e técnicas apropriados da prescrição médica, procurando obter a participação esclarecida do doente no processo da sua própria cura e reabilitação;
e) Zelar pela salvaguarda, no âmbito da sua actividade, da oportunidade, correcção técnica, rentabilidade e humanização dos cuidados de saúde;
f) Participar na manutenção do material e equipamento com que trabalha, bem como na respectiva aquisição e gestão de stocks;
g) Assegurar a elaboração e permanente actualização dos ficheiros de doentes do seu sector, bem como dos elementos estatísticos àquele referentes;
h) Participar no processo de classificação de serviço, nos termos da legislação em vigor;
i) Fazer parte dos júris dos concursos da carreira.
2 - No exercício das suas funções, o técnico de diagnóstico e terapêutica actua em conformidade com o pré-diagnóstico, o diagnóstico e a prescrição terapêutica efectuados pelo elemento médico ou técnico superior da sua equipa de saúde, devendo para o efeito programar, executar e avaliar as técnicas adequadas e comunicar os resultados aos restantes elementos da mesma equipa. fonte (link).
Enviem as vossa sugestões/opiniões.
Saudações, Fábio G.
Saudações, Fábio G.
Etiquetas: opinião
02 Janeiro 2012
28 Dezembro 2011
Bastonária aprova taxas moderadoras
A bastonária da Ordem dos Enfermeiros, Maria Augusta Sousa, concorda com a introdução de taxas moderadoras para as consultas de enfermagem por considerar que isso vai trazer um "reconhecimento claro e inequívoco" dos cuidados de saúde prestados pela classe.
A bastonária admite que os novos custos das taxas moderadoras são elevados para uma parte significativa da população e poderá conduzir a desigualdades no acesso aos cuidados de saúde, mas sublinha que isso não acontecerá por causa das taxas das consultas de enfermagem.
Etiquetas: opinião
24 Dezembro 2011
Enfermeiros em rota de colisão
O pagamento de incentivos aos enfermeiros que trabalham nas Unidades de Saúde Familiar (USF) está a dividir estes profissionais. Os que trabalham nas USF do modelo B – que se diferenciam das restantes USF pelo facto de a remuneração ser paga em função de incentivos financeiros e da formação dos profissionais – contestam os cortes de 3,5% nos incentivos remuneratórios relativos ao ano de 2010. Alegam que a redução salarial só deve ser aplicada relativamente a 2011, como determina o Orçamento do Estado. Há ainda queixas no atraso de mais de um ano no pagamento desses suplementos remuneratórios.
Já os enfermeiros que trabalham nas USF do modelo A não recebem incentivos remuneratórios por objectivos. Segundo algumas fontes, trata-se de "injustiça social" o facto de o Governo cortar nos salários dos enfermeiros que não recebem incentivos e pagar esses suplementos salariais a outros colegas de profissão. "Estamos em crise e a mim cortam no salário, não vou receber o subsídio de férias e o de Natal, mas há dinheiro para pagar incentivos a outros profissionais, médicos, enfermeiros e pessoal administrativo", afirma uma enfermeira de uma USF do distrito de Setúbal.
Guadalupe Simões, coordenadora nacional do Sindicato dos Enfermeiros Portugueses, considera que os queixosos das USF A têm razão. "O pagamento de incentivos causa desconforto e discriminação salarial. Somos contra o pagamento de incentivos e defendemos a valorização salarial de todos os enfermeiros." Já sobre os cortes nos incentivos relativos a 2011, diz que são "ilegais". "Tudo o que é pagamento de incentivos por trabalho realizado em 2010 não deve ter cortes a incidir na redução dos 3,5% ou mais", afirma a responsável.
O CM solicitou esclarecimentos ao Ministério da Saúde, que remeteu explicações para a próxima semana.
MAIS DOENTES PARA OS MÉDICOS DE FAMÍLIA
A troika quer aumentar pelo menos em 20% o número de doentes por médico de família nos centros de saúde e em 10% nas unidades de saúde familiar . A medida vai ao encontro da recomendação do grupo que estudou a reforma hospitalar.
O reforço do papel dos enfermeiros e de outros especialistas, bem como a criação de um mecanismo que garanta a presença de médicos de família nas zonas mais necessitadas do País, são outras das medidas defendidas pela troika.
Etiquetas: noticias
23 Dezembro 2011
21 Dezembro 2011
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